Evento gratuito será realizado em 21 de setembro, Dia Internacional da Paz, com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, Maria Paula e o maestro Cláudio Cohen.
Evento gratuito será realizado em 21 de setembro, Dia Internacional da Paz, com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, Maria Paula e o maestro Cláudio Cohen.

Brasília receberá, em 21 de setembro, o Concerto pela Paz Mundial, iniciativa que reunirá música e reflexão no Teatro Nacional de Brasília. O evento será realizado às 20h, no Dia Internacional da Paz, com entrada gratuita e ingressos retirados antecipadamente pela plataforma Sympla.
Idealizado pelo maestro Cláudio Cohen e por Maria Paula, ambos Embaixadores da Paz, o encontro propõe o diálogo, a convivência e a cultura como caminhos para a construção da paz. A mensagem que inspira a iniciativa é: “Enquanto alguns declaram a guerra, vamos declarar a paz”.
Sob a regência de Cláudio Cohen, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro interpretará obras associadas à fraternidade, à esperança e à união entre os povos. O repertório inclui o movimento final da Nona Sinfonia de Beethoven, inspirado na Ode à Alegria, de Friedrich Schiller, e Imagine, de John Lennon, entre outras obras.
A programação também terá as Peace Talks, intervenções breves conduzidas por Maria Paula e Cláudio Cohen sobre temas como diálogo, tolerância, empatia, cooperação, pertencimento e responsabilidade coletiva.
Para os organizadores, a escolha de Brasília tem caráter simbólico. Como capital do país e centro de decisões que impactam milhões de brasileiros, a cidade será convidada a transmitir a ideia de que a paz também precisa ser uma decisão.
Maria Paula, vice-presidente do Instituto Gabriel Gastal (IGG) e Embaixadora da Paz, afirma que a paz deve ser construída antes que a violência aconteça e destaca o papel da arte na aproximação entre as pessoas.
“A paz não pode ser apenas uma palavra que repetimos quando a guerra começa. Ela precisa ser uma cultura que construímos antes que a violência aconteça. A arte nos lembra de algo essencial: por trás de todas as nossas diferenças existe uma humanidade compartilhada. Queremos que, nessa noite, Brasília possa sentir isso”, afirma.
Cláudio Cohen ressalta que a dinâmica de uma orquestra traduz a necessidade de escuta e cooperação.
“A música sempre foi capaz de dizer aquilo que as palavras não conseguem. Quando uma orquestra toca, dezenas de pessoas diferentes precisam escutar umas às outras para produzir harmonia. Há nisso uma poderosa metáfora para o mundo que queremos construir”, afirma o maestro.
Além da apresentação musical, o concerto pretende transformar o Teatro Nacional em um espaço de encontro e reflexão sobre atitudes individuais e coletivas capazes de contribuir para relações mais respeitosas e para a convivência com as diferenças.