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  • Por Território Comunicação
  • 18/07/2025

Os Peixes Não Falam

Um mergulho delicado nos mistérios da linguagem antes da palavra


Gabriel Guira

 

Criado para crianças que acabaram de chegar ao mundo, o espetáculo Os Peixes não Falam convida esse público a escutar com o corpo e a ver com o coração. Boias flutuam como pensamentos, sons sussurram memórias do ventre, e a atriz Clarice Cardell dança entre o gesto e o afeto, criando paisagens que falam mesmo sem dizer.

 

Nascido do encontro entre a companhia brasileira Primeiro Olhar, dirigida por Clarice, e a francesa Théâtre de Cuisine, de Katy Deville, o espetáculo é tecido com cuidado, como quem embala um bebê: um lugar onde cada criança pode ser rio, palavra, silêncio ou canção. “Porque, às vezes, o que mais nos diz… é o que não se fala”, explana Cardell.

 

Nesta experiência cênica pioneira, voltada a bebês e crianças de 0 a 5 anos, e que une teatro de objetos e sensibilidade poética, explora-se a origem da comunicação humana. A estreia internacional está agendada para abertura da XI Edição do Festival Primeiro Olhar, dia 2º de agosto, às 11h e às 16h, no Museu Nacional da República.

 

A segunda sessão de estreia aberta ao público (2/8, às 16h), será seguida de debate entre a psicanalista Claudia Mascarenhas, o psicanalista e escritor Marcelo Pio da Costa e a diretora Katy Deville, em parceria com a Associação Lacaniana de Brasília, quando será discutido a origem da linguagem apresentada no espetáculo. Que imprime na cena o teatro de objetos – técnica que transforma elementos cotidianos em narrativas simbólicas, respeitando a sensibilidade dos bebês. Provando que a linguagem cênica não precisa de palavras para ecoar fundo na alma.

 

Após as apresentações pelo Primeiro Olhar, de 1º a 5/8, a obra vai circular por creches públicas da Candangolândia, transformando-as em espaços de arte entre 21/8 e 9/9. Apresentações para comunidades de baixa renda e com dois dias de sessões adaptadas para crianças cegas, por meio de audiodescrição, e surdas, com Libras, reforçam o tema da inclusão. Com as 12 apresentações nas creches, em sessões limitadas a 60 pessoas para garantir interação qualificada, o projeto estima alcançar 700 espectadores, entre crianças e educadores.

 

Idealizadoras dessa dramaturgia inovadora, Katy Deville é cofundadora do Théâtre de Cuisine (Marselha), grupo referência mundial em teatro de objetos desde 1979. Enquanto Clarice Cardell, que também assina a produção executiva, é fundadora da Primeiro Olhar e reconhecida internacionalmente por seu trabalho cênico voltado à primeira infância.

 

A equipe artística ainda reúne talentos como Fernanda Cabral, autora da trilha sonora original, Larissa Salgado, que assina os figurinos, e Márcia Duarte, responsável pela preparação corporal. A realização do projeto conta com fomento do FAC - Fundo de Apoio à Cultura do DF. O ponto de partida para construção da obra ocorreu em dezembro de 2024 fruto de uma residência artística de Clarice Cardell e Fernanda Cabral no Friche la Belle de Mai, em Marselha na França. A viagem contou com recursos do Programa Conexão Cultura DF, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa DF.

 

Os Peixes não Falam representa uma ponte entre cultura e educação, transformando creches em espaços de experimentação artística e democratizando o acesso à arte como ferramenta essencial de formação humana.

 

 

Material à imprensa: https://bit.ly/OsPeixesnaoFalam

 

 

Serviço:

Os Peixes não Falam

Sessões no Museu Nacional da República abertas ao público: sábado e domingo (2 e 3/8), às 11h e às 16h

Entrada: franca com disponíveis uma hora antes de cada sessão ou reservas pelo e-mail [email protected]

Lotação: 70 pessoas

Classificação indicativa: bebês e crianças de 0 a 5 anos

 

Sessões no Museu reservadas a creches: segunda e terça (4 e 5/8), às 9h30, 10h30 e 14h30

Sessões na Candangolândia reservadas a creches: dia 21/8 e de 3/9 a 9/9

 

Informações: https://www.instagram.com/festivalprimeiroolhar/

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