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  • Por Baú Comunicação
  • 03/03/2025

Memorial dos Povos Indígenas estreia duas novas exposições

As exposições temporárias que celebram a diversidade cultural e a riqueza artística dos povos originários do Brasil. Mostras temporárias podem ser apreciadas até o dia 23 de março.


https://www.baucomunicacao.com.br/

O Memorial dos Povos Indígenas Indígenas (Zona Cívico-Administrativa, em frente ao Memorial JK) inaugura duas exposições temporárias que celebram a diversidade cultural e a riqueza artística dos povos originários do Brasil no sábado, 22 de fevereiro, a partir das 15h. As mostras fazem parte do edital de incentivo promovido pela gestão do projeto educativo da ONG Amigos da Vida, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, e ficarão abertas ao público até o dia 23 de março de 2025.

A exposição Imenu: Arte Visual Kaxuyana e Tiriyó, idealizada pela artista indígena Bárbara Rehkayie Kaxuyana, traz 30 pinturas que retratam grafismos e desenhos tradicionais dos povos Kaxuyana e Tiriyó, habitantes das terras indígenas no Parque do Tumucumaque, no norte do Estado do Pará, próximo à fronteira com Suriname, da bacia do rio Trombetas. As obras foram criadas em uma oficina realizada na aldeia Santo Antônio, onde jovens e anciãos compartilharam histórias, saberes e técnicas ancestrais, conectando-as a materiais contemporâneos.

"Será minha primeira exposição. As expectativas estão cheias de inspiração. É uma oportunidade importante para compartilhar nossa cultura e conhecimentos ancestrais", comenta Bárbara, que também atua como documentarista e ativista. As obras, feitas em tecidos de algodão cru com tintas de tecido, representam uma conexão entre o passado e o presente, destacando a centralidade da cultura Kaxuyana e Tiriyó na identidade e na resistência dos povos originários.

A exposição Sarã, ãbakoháy ~ug hãhãw: Raízes, Memórias e Território, assinada por Uakyrê Pankararu Braz, reúne 20 obras que refletem a espiritualidade, as memórias e a relação com o território dos povos Pankararu e Pataxó localizados na Aldeia Cinta Vermelha Jundiba, Vale do Jequitinhonha – Minas Gerais. O título, em língua patxohã, remete a raízes, memórias e território – elementos centrais na luta e na identidade de seus povos.

"Abrir este espaço no Memorial dos Povos Indígenas foi muito importante. Nossa arte é uma forma única de comunicação, e essa oportunidade contribui para a valorização do nosso modo de pensar", afirma Uakyrê. As ilustrações, criadas com lápis de cor, giz de cera, canetinhas e tinta guache carregam referências das mulheres indígenas, guardiãs da sabedoria ancestral, e convidam o público a explorar uma visão autêntica e profunda da conexão com o sagrado e o mundo natural.

As exposições reforçam a importância do Memorial como um espaço de diálogo e protagonismo indígena. Para ambas as artistas, ter suas obras expostas simboliza um marco na valorização das expressões artísticas indígenas e na construção de narrativas feitas por suas próprias vozes.

O Memorial

O acervo do Memorial dos Povos Indígenas possui um inventário formado por peças de plumárias, cerâmicas e com os insumos próprios de diversas etnias. No espaço, há uma reserva técnica com as peças doadas do acervo particular dos antropólogos Darcy Ribeiro, Berta Ribeiro e Eduardo Galvão. No espaço também há peças apreendidas pela polícia federal na Operação Pindorama.

Serviço
Memorial dos Povos Indígenas       
(Zona Cívico-Administrativa, em frente ao Memorial JK)    
Funcionamento: De terça-feira a domingo, de 09h às 17h
Informações:
@memorialdospovosindigenas        
Acesso:
gratuito

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