Varsha
  • Cadastrar Matéria
  • Home
  • Atualidades
    • Releases
    • Notícias
    • De Brasília
  • Cinemas
  • Eventos
  • Horário de ônibus
  • Loterias
  • Cidades
    • Aeroporto
    • Águas Claras
    • Brasília
    • Brazlândia
    • Candangolândia
    • Ceilândia
    • Cidade do Automóvel
    • Cidade Estrutural
    • Cruzeiro
    • Fercal
    • Gama
    • Guará
    • Itapoã
    • Jardim Botânico
    • Lago Norte
    • Lago Sul
    • Noroeste
    • Núcleo Bandeirante
    • Octogonal
    • Paranoá
    • Park Way
    • Planaltina
    • Recanto das Emas
    • Riacho Fundo I
    • Riacho Fundo II
    • Samambaia
    • Santa Maria
    • São Sebastião
    • SIA
    • Sobradinho
    • Sobradinho II
    • Sudoeste
    • Taguatinga
    • Varjão
    • Vicente Pires
Cadastrar Matéria
Varsha
Sobre Nós

Política de Privacidade

MídiaKit

Fale Conosco

Nossos sites

Minas é Aqui

Sampa é Aqui

Rio é Aqui

Brasília é Aqui

Subscribe to our newsletter!

We’ll send you the best of our blog just once a month. we promise.

  • Por Agencia Drumond
  • 12/02/2025

Impactos Tecnológicos: Vício em aplicativos e jogos

A tecnologia está cada vez mais presente na nossa vida e no nosso dia a dia. Entre elas, os aplicativos de jogos se destacam, atraindo todas as idades. A questão que frequentemente surge é: Quando a diversão deixa de ser saudável e se torna prejudicial?


Imagem: Pexels-Foto de Cottonbro Studio

Por: Psicóloga Alessandra Augusto

A tecnologia está cada vez mais presente na nossa vida e no nosso dia a dia. Entre elas, os aplicativos de jogos se destacam, atraindo todas as idades. Contudo, enquanto proporcionam diversão e momentos de distração, eles podem cruzar uma linha tênue e se tornarem um vício, com consequências preocupantes. A questão que frequentemente surge é: Quando a diversão deixa de ser saudável e se torna prejudicial?

Tenho atendido com mais frequência casos de jogadores e familiares preocupados com a perda de controle e que estão buscando ajuda para lutar contra a dependência dos games e dos aplicativos.

De acordo com a ciência, o vício é uma compulsão que prejudica a rotina e o bem-estar do indivíduo. Quando falamos de jogos, ele está associado à busca incessante por recompensas rápidas e constantes, que ativam o sistema de recompensa do cérebro. Essa ativação libera dopamina, o neurotransmissor do prazer e da alegria, levando o jogador a desejar repetir a experiência continuamente.

Com o tempo, o cérebro começa a exigir estímulos cada vez maiores para sentir o mesmo nível de prazer. É aí que a diversão se transforma em uma armadilha, e o jogador pode perder a noção do tempo, negligenciar tarefas importantes ou até comprometer relações pessoais.

Para identificar se há um problema é necessário estar atento a alguns sinais de alerta como perda de controle, onde existe uma dificuldade em parar de jogar, mesmo quando há outras prioridades, isolamento social, que é quando a pessoa começa a evitar interações com amigos e familiares para permanecer conectado aos jogos, comprometimento da rotina, começam a acontecer atrasos ou ausência no trabalho, na escola ou em atividades importantes.

Também é importante perceber se a pessoa que está jogando está tendo alterações emocionais, demonstrando irritação, ansiedade ou depressão quando não está jogando, além de ter o desempenho prejudicado queda na produtividade ou rendimento escolar devido ao uso excessivo de jogos.

Reconhecer que precisa de ajuda é o primeiro passo. Buscar apoio de um profissional qualificado é essencial para retomar o equilíbrio. Indico que procure por ajuda de psicólogos, que auxiliam a identificar e tratar padrões comportamentais associados ao vício. Já os psiquiatras, em casos mais graves, podem avaliar a necessidade de intervenções medicamentosas. Os grupos de apoio oferecem suporte coletivo.

É importante lembrar que aplicativos e jogos não são inimigos, mas seu uso precisa ser consciente. A linha entre diversão e vício é tênue. Reflita, observe e busque o equilíbrio. Afinal, a tecnologia foi feita para servir ao ser humano, e não o contrário.

(*) Alessandra Augusto é Psicóloga, Palestrante, Pós-Graduada em Terapia Cognitiva Comportamental e Neuropsicopedagogia. Atualmente, é Mestranda em Psicologia Forense e Criminal e autora do capítulo “Como um familiar ou amigo pode ajudar?” no livro “É possível sonhar. O Câncer não é maior que você”.

 

 

 

  • X
  • f
  • @
Cadastrar pauta
Quer divulgar o sua pauta e ter a possibilidade de expor essa pauta para 5000 pessoas diariamente? Cadastre gratuitamente sua pauta.
Brasília é Aqui | 2011 - | Alguns Direitos Reservados
Desenvolvido por Vizuh
Política de Privacidade | MídiaKit | Fale Conosco
Minas é Aqui | Sampa é Aqui | Rio é Aqui | Brasília é Aqui