Nos dias 12 e 13 de abril de 2025, o Parque Ecológico do Riacho Fundo 1 será palco do 1º Festival de Música, Inclusão e Meio Ambiente, um evento que une diversidade cultural, acessibilidade e educação ambiental.
Hello! My name is Velma D. Sills and I'm author of Varsha. Varsha is a daily updated blog about travel, Fashion, everyday moments from all over the world.
We’ll send you the best of our blog just once a month. we promise.
Nos dias 12 e 13 de abril de 2025, o Parque Ecológico do Riacho Fundo 1 será palco do 1º Festival de Música, Inclusão e Meio Ambiente, um evento que une diversidade cultural, acessibilidade e educação ambiental.
Com financiamento do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC), o festival valoriza artistas Pessoas com Deficiência, LGBTQIAPN+, negros, mulheres e indígenas, promovendo um espaço de expressão e integração comunitária.
O evento contará com dois dias de programação gratuita, incluindo apresentações musicais, oficinas de educação ambiental, yoga, espaço Curumim com brinquedos infláveis e a Cia. Sagrado Riso com os palhaços na performance de rua Ocupa Clown. Além da premiação para os melhores artistas nas categorias música, letra e performance e júri popular, o festival traz um compromisso com a sustentabilidade, implementando ações como coleta seletiva de resíduos, plantio de mudas, caminhada ecológica guiada e acessibilidade.
10 artistas e bandas foram selecionados por curadoria especializada, que disputarão troféus e prêmios em dinheiro. Além das apresentações concorrentes, o festival trará shows especiais, incluindo a participação do Grupo Nó Cego – formada por músicos com deficiência visual – e a banda Flor Furacão e os Malvadão, composta por artistas trans, travestis e Pessoas com Deficiência.
Durante os intervalos, o evento contará com uma DJ Luisa Érre e o palhaço Gaubi Beijodo - mestre de cerimônia do evento - que garantirão a interação do público. Gaubi Beijodo é um palhaço Queer 'deformer' que nasceu em meados de 2001 e hoje, tanto ele como seu homônimo Hugo Leonardo, um dos pioneiros da palhaçaria 'Queer' no DF que também é ator e professor de artes cênicas. A programação ainda inclui ações de acessibilidade, como intérpretes de Libras, audiodescrição e espaço reservado para Pessoas com Deficiência.
No encerramento, no dia 13 de abril, além da premiação dos vencedores, os artistas vencedores de primeiro lugar de cada categoria (música, letra e performance) subirão ao palco para um grande show de celebração.
PARTICIPARÃO DO FESTIVAL:
AFRO HONEY - Uma ciborgue afrofuturista, que atravessa sonoridades do Trap, Rap, Funk, Pop e a Cybercultura com um flow e estética única. Sua música reflete a vivência de jovens mulheres da Geração Z, cantando novas possibilidades de futuros de forma “Cyberpink” conceito idealizado pela artista. @afrohoney_
BIBI INÁ - Mulher, lésbica, formada e cursando Agroecologia, usa a arte como ferramenta de diálogo, luta, resistência e pra compartilhar o que aprende, vê e vive. Compondo e cantando, busca e sonha com um mundo que escolha o bem viver da Agroecologia, aceitando o fato de que a terra não é o espaço em que vivemos, mas do qual vivemos. @bibicantora
BRUNA PAUXIS - Artista brasiliense que mistura ritmos de MPB e indie. Com arranjos de voz e violão, que se agregam com outros timbres como ukulele e violino, suas composições são simples e delicadas, como uma história contada. @brunapauxis
COLETIVO CAPYVARA - Em 2022, tal qual um megazord, quatro artistas se uniram, para criar a nova sensação do pop psicodélico. Seus shows performáticos reúnem gente que gosta de viajar requebrando as ancas. lançaram o EP: O Destino de Filó em 2024, com mais surpresas para 2025. @coletivocapybaras
DUO SOL A PINO - Formado por Maria Silvia e Heloísa, o duo une piano e violão em harmonias delicadas que dão vida a composições carregadas de sentimento. Com influências da MPB, bossa nova e blues, sua música é uma jornada intensa por amor, identidade e conexão. @mariasilvia.mp3 e @helois.ribeiro
KIKA DE MORAES E FAMÍLIA FIRULA - A Excêntrica Família Firula é uma cia de teatro musical/ circo que há mais de 10 anos leva brincadeiras musicais, firulas mágicas, excêntricas coreografias e muita arte educação aos parques, praças, escolas, picadeiros e palcos do DF, mostrando que as palavras mágicas estão na comunicação, no ritmo e no brincar. @kika_de_moraes
MEDRO - Multiartista premiada com os prêmios LGBTQIAPN+ 2021 da SECEC- DF e Valor Periférico na categoria HipHop LGBTQIAPN+. Em 2024, lançou seu primeiro álbum “Música Travesti Brasileira, lados A e B”, com o qual já rodou alguns festivais como Latinidades, Bocadim, Plural, Sofar Sounds Brasília, Mosaico Cultural e Showcases do COMA. @medro.oficial
RUBY & ROSE - Formada em Brasília, em 2023, inicialmente um projeto solo, a partir de 2025 se apresenta ao vivo com um grupo de colaboradores. Ruby & Rose explora a experiência queer e trans por meio do rock, reivindicando o gênero tão dominado pela masculinidade cis-hétero para a nossa vivência. @ruby_and_rose_music
TO CAYMMANDO - A história do TÔ CAYMMANDO se inicia nos anos 80 com apresentações esporádicas em eventos e mostras culturais. O vocalista do grupo, Cassis, 83 anos, é um multiartista que também produz obras no ramo das artes visuais. Este ano o grupo irá estrear um show musical homenageando a obra poética de Dorival Caymmi. @pecesanvaz
TOM D'3 - Banda formada por três mulheres pretas, três personalidades musicais e de timbre, que em 2023 se acoplaram para o Festival Brasília Independente. Hoje, continua produzindo musicalidade marcante, sendo composta pelas irmãs Robenita Moraes, Loíde Moraes e Angélica Moraes. @banda.tomd3
ONDE SERÁ O EVENTO
O Festival será realizado no Parque Ecológico do Riacho Fundo 1 - um território de história, resistência e vida. Localizado em uma área que, no passado, foi a fazenda do ex-presidente Juscelino Kubitschek, o parque carrega em seu solo episódios marcantes da história do Brasil, como o episódio sombrio da assinatura do AI-5, o Ato Institucional nº 5, símbolo do auge da repressão da ditadura militar.
Se por um lado carrega as cicatrizes da história, por outro o Parque hoje se transforma em símbolo de resistência e cura, ocupando uma área de aproximadamente 480 hectares e abriga um ecossistema vital do Cerrado. Nele nascem mais de 30 nascentes, que alimentam os cursos d'água da região e desempenham um papel fundamental no abastecimento do Lago Paranoá — um dos principais reservatórios hídricos do DF. O acesso ao local é simples, pois fica ao lado do terminal de ônibus da cidade
PROGRAME-SE
Datas: 12 e 13 de abril de 2025, das 13h às 18h.
Local: Parque Ecológico do Riacho Fundo 1 (ao lado do terminal de ônibus)
Entrada gratuita
FICHA TÉCNICA
lan Harun: Gestão, Direção Artística, Ilustrador e Curadoria / Alessandra Vieira: Elaboração, Coordenação Financeira, Coordenação de Produção e Curadoria / Lucas França: Coordenação de Acessibilidade / Gilmar Batista: Curadoria e Facilitador em Mobilidade / Mariana Guedes Fotógrafa / Filipe da Costa: Assistente de Produção / Alyen Uyti: Assistente de Produção / Jurados: Ana Paula, Yohannan Thomas e Mariana Camelo / Marcelo Horta: Assistente de Palco / Josuel Junior: Assessoria de Imprensa
CONTATO PARA IMPRENSA E PÚBLICO
[email protected] / 61 8177-6328 (Alyen Uyti)