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Desvio no balão do Recanto das Emas liberado no sábado (24) - Notícia


Fotos: Renato Alves/Agência Brasília
AgenciaBrasilia 22/07/2021

Com investimento de R$ 31 milhões, obra de construção do viaduto vai impactar trânsito e melhorar acesso a quatro regiões administrativas e ao Entorno

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), libera neste sábado (24) o desvio das obras de construção do viaduto do Recanto das Emas, na DF-001. Com aproximadamente 1,3 quilômetro, a pista provisória fica no sentido Gama-Plano Piloto e servirá de acesso também ao Riacho Fundo II.

 “Já nesta etapa a população poderá sentir os impactos positivos das intervenções com uma redução significativa na retenção do fluxo de veículos”Eli Câmara, engenheiro do DER responsável pela obra

A abertura do desvio é necessária para que o DER interrompa o trânsito na rodovia e dê início às obras de fundação do viaduto daquele lado da pista. Iniciada em março de 2021 e com prazo de 12 meses para ser concluída, a obra entra em uma nova fase com o recapeamento e as sinalizações vertical e horizontal, finalizadas ainda nesta sexta-feira (23).

“Já nesta etapa a população poderá sentir os impactos positivos das intervenções com uma redução significativa na retenção do fluxo de veículos”, aposta o engenheiro responsável pela obra e servidor do DER, Eli Câmara.

Para quem segue no sentido Plano Piloto-Gama e precisa ter acesso ao Riacho Fundo II, o acesso à nova pista marginal será feito pelo próximo retorno após o antigo balão do Recanto das Emas. Em até 30 dias, uma pista marginal também será aberta naquele lado.

Estimada em R$ 30.962.465,22 e gerando 200 empregos, a construção do viaduto com trincheira na entrada das duas regiões administrativas vai atender não só aqueles moradores como também quem segue para regiões como Riacho Fundo, Gama, Santa Maria, Samambaia e cidades do Entorno do DF. Estima-se que cerca de 60 mil veículos passem pelo local diariamente.

A gerente administrativa Ana Garcia, 36 anos, mora no Riacho Fundo II e aposta no viaduto para liberar o trânsito que, segundo ela, chega ao insuportável nos horários de pico. “A cidade cresceu, o número de carros aumentou, mas as pistas não acompanharam. Teremos, finalmente, uma reivindicação de anos sendo atendida”, aguarda ela.